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Diferentes formas de amar - Poliamor


Afinal, o que “amor” significa? Tudo bem, eu espero você se levantar da frente do computador e ir procurar no dicionário. Não achou nada que pudesse atender suas expectativas emocionais? Sim, porque o amor não tem um significado que caiba em uma folha de dicionário ou em alguma página da internet.

A maior parte dos meus amigos e amigas possuem algum companheiro ou companheira junto de si. Seja namorado(a) ou um simples ficante. E acho engraçado suas necessidades de comparar seus amores com o dos outros pra ver se estão fazendo certo ou o errado. Como se existisse um roteiro universal de “como fazer seu relacionamento dar certo”.

Sentimentos não possuem manual de instruções ou 10 mandamentos. Meu amor pode dar certo de uma forma que o de outra pessoa não. E não é por amarmos de formas diferentes que o seu, o meu ou o sentimento de qualquer outra pessoa seja errado. Só é diferente.

O que quero dizer com isso? Calma que já chego lá.

Hoje, meio a uma tarde tediosa na internet, acabei achando um documentário que falava sobre um tipo de amor que é carregado de preconceito visto aos olhares externos. O famoso poliamor. Em outras palavras, poligamia. A poligamia é a união afetiva entre mais de duas pessoas. Em muitos países e religiões, é uma coisa completamente normal e até mesmo aceitável, mas é claro que como tudo no mundo, o poliamor não é bem visto por todos.

Não sou contra o time poligâmico, apenas não conseguiria aderir este estilo de vida para mim. É como ser a favor do casamento gay, mas ser hetero. Mas, mesmo sendo monogâmica, acho que o amor é uma coisa muito bonita e pura para precisar de regras envoltas. 

É como eu disse anteriormente, o amor que funciona para uns, não é o mesmo que funciona para outros, mas nem por isso é um amor “errado”, é apenas diferente. 

É um documentário lindíssimo e fora de qualquer tabu ou preconceito. Vale a pena assistir!


Qualquer tipo de amor é valido. Errado mesmo é não amar!!

Campanha da dove sobre a real beleza


        Com cinco ou seis anos, sempre fui uma criança mais complicada do que as outras. Não gostava de me arrumar, não gostava de ficar penteando o cabelo e muito menos de brincar de maquiagem. Sempre via minha mãe sentada por horas e horas arrumando os cabelos, passando batom, rímel, isso aquilo outro. Aquilo não me atraia nem um pouco. A hora do banho, então! Era uma tortura! 

Um dia tudo isso mudou. Era o primeiro dia na minha nova escolinha. Uma escola onde estudavam bem mais do que vinte crianças, como na antiga. E era tudo muito diferente. Eu era uma menina muito diferente. Enquanto eu era uma garota gordinha, com o cabelo escuro, sempre preso em um rabo de cavalo ou em uma trança e um rosto redondo, as outras meninas eram todas loirinhas, magrinhas, com os olhos claros e sempre com batom nos lábios. Eu era a esquisita. Desde então, sentia a necessidade de ficar, pelo menos, um pouco mais bonita, pra que ninguém falasse mal de mim. 

Incrível que quando era por mim mesma, eu não me importava, mas quando se tratava de uma comparação entre mim e as outras, a minha aparência era a coisa mais importante de todas.

Fico pensando.. Porque será que nos martirizamos tanto quando se trata da nossa aparência? Porque será que nos criticamos tanto e nunca estamos satisfeitos com nosso corpo quando se trata do lado de fora dele?

Quanto mais mudamos, mais achamos coisas para mudar. 

Passamos a maior parte da vida tentando alcançar uma suposta perfeição que nem existe de verdade. Quando pensamos em um corpo perfeito, a primeira imagem que nos vem a cabeça são aquelas modelos gringas magérrimas. Modelos que, na verdade, estão cheias de photoshop, maquiagem e sprays pra deixar a pele firminha. Porque nem elas mesmas acham que tem o corpo perfeito. 

"Mas a culpa é da mídia". Não, a culpa é sua! Quem escolhe se inspirar no que a mídia passa é você. Ela é como drogas. As drogas vão sempre estar lá, quem escolhe usá-las é você. 

Tenho estrias demais. Tenho celulite. Tenho pneuzinhos aqui do lado. Sou reta. Sou cheia de espinhas. Tenho sardas demais. Meu cabelo é seco demais. Meu cabelo é oleoso demais. Meu cabelo é crespo. Não tenho peito. Tenho muito peito. Minha bunda é grande demais. Não tenho bunda. Sou cheia de rugas. Meus olhos são minúsculos. Meus dentes são tortos. 

Acho que nós nunca estamos satisfeitos porque passamos a maior parte do tempo dando foco pro que temos de ruim ao invés do que temos de bom. Nós acabamos não tendo mais defeitos quando damos um jeito de transformá-los em qualidades. Então o pneuzinho que você tem passa a ser aquela coisa gostosa que seu namorado/namorada agarra quando vocês estão nas pegações. Seu cabelo seco passa a ser um jeito de usar um penteado despojado. O seu tipo físico pode ter a vantagem de usar determinadas roupas que os outros tipos físicos não podem. 

Nós estamos sempre mudando alguma coisa pra sermos aceitos pelos outros. Mas será que esses outros nos veem da mesma forma que nós nos vemos? Será que aquele defeito que odiamos não é a qualidade que o outro vê? 

Uma campanha feita pela dove foi feita há um tempinho com o intuito de mostrar que precisamos parar de nos cobrar tanto. Que precisamos parar de sermos tão duros conosco. Que nossos defeitos só existem porque nós os vemos como defeitos. Nós focamos tanta atenção em um detalhe nosso que ele acaba virando defeito. Quando paramos de nos importar com determinada coisa, ela deixa de ter tanta importância.



É pra se levar pra vida. É uma mensagem pra deixar entrar no coração e nunca mais deixar sair. É pra perceber que o que torna nossos corpos bonitos são os sorrisos que damos e não a plástica que fazemos. Assuma-se como você é. Porque, acredite, você nasceu do jeitinho que era pra nascer e você se transformou exatamente no que era pra se transformar.

Pensem sobre isso. Reflitam sobre isso. E aproveitem para se amar mais como vocês são, porque cada defeito que temos nos torna únicos. Cada defeito que temos é o que nos difere de todas as outras pessoas do mundo. 

First Gay Hug - O primeiro abraço no amor



       Não que eu tenha me prendido a este assunto, mas alguns acontecimentos e discussões tem a mesma reação de uma fileira de dominós quando você empurra o primeiro. Um impulsiona o outro, que impulsiona mais um, e mais um, até chegar no último. 

Uma das coisas mais bonitas, puras e sinceras que já tive o prazer de presenciar e até mesmo vivenciar acabou contagiando mais pessoas do que eu esperava. E nunca tive tanta fé que a humanidade pudesse mudar. Não completamente, mas de um em um, um todo pode ser alcançado. O amor talvez seja até mais do que um sentimento. Acho que ele é infinito e extenso demais pra que possamos dividi-lo em algumas categorias e subcategorias. 

Quando o preconceito começou a ser maior do que o respeito que deveríamos ter uns pelos outros, eu não sei. Mas o que sei é que o preconceito não é, nem de longe, uma questão de opinião, mas sim de costumes e padrões. Se fossemos acostumados de outra forma, desde os tempos antigos, hoje essa palavrinha sequer existiria. Ela só existe porque nos deixamos ser ensinados sobre o que é o bom e o que é o mau, ao invés de sermos ensinados a nós mesmos criarmos um conceito de cada um.

Independente de cor de pele, independente de lugar de origem, orientação sexual, classe social, cultura ou religião, o amor é um sentimento que deveria prevalecer sobre todos nós, igualmente. Não vou entrar no requisito religião/bíblia/igreja porque isso não é algo para se discutir. Mas qualquer religião que possa existir tem como base, o amor. E, hoje em dia, eu presencio mais do que nunca, pessoas se apoiando em suas religiões pra desrespeitar coisas que elas não acham certo. Onde está o amor nisto tudo? 

Talvez ele apenas esteja escondido.

Esses dias um vídeo está bombando na internet - santo Deus, quem fala bombando?. Nos blogs, nos jornais online, nas redes sociais... E este vídeo me fez ter um pouquinho mais de fé na humanidade. 

O vídeo se trata de um projeto denominado First Gay Hug - Primeiro abraço gay (Um experimento homofóbico) - que se resume em duas pessoas, homens, mulheres, crianças, de várias etnias, culturas e idades, que não se conheciam, frente a frente. Uma das pessoas é homossexual e a outra é homofóbica. Depois de muita conversa, o produtor pede para que cada par de pessoas se abracem. Nem que eu use todas as palavras do dicionário, eu conseguiria explicar o que esse vídeo representa. Assistam e vejam por vocês mesmos: 



O lado ruim é que ainda não tem legenda em português, então pra os que não conseguirem entender o dialogo de cara, vão ter que ir pelo google tradutor hehehe.

Talvez algum dia as pessoas parem de tratar pessoas homossexuais como pessoas homossexuais. Eu não acredito em rótulos. São todas pessoas iguais pra mim, e pessoas não deveriam ser divididas em categorias ou rótulos. Heterossexuais, homossexuais, são todos iguais, pra mim. A diferença é que cada um enxerga o amor de uma forma.

E pra você, o que significa o amor?

O reencontro de soldados com suas famílias




        Qual é, pelo menos uma vezinha na sua vida! Duvido que não, duvido que nunca tenha sequer ouvido aquele velho ditado que nossas queridas avós nos falam quando sentem saudade da infância. "Só damos valor de verdade quando perdemos". Ou então quando não sabemos quando teremos de volta. Nunca concordei tanto com um ditado, em toda a minha vida. Por mais que algumas coisas sejam clichês, às vezes elas estão realmente certas, mas tão certas que acabamos não dando tanta atenção a isso. 

Não damos tanta importância assim quando estamos acostumados a ter por perto, algo ou alguém, sempre que queremos ou precisamos. Não damos tanta importância assim quando acordamos e sabemos que alguém estará nos esperando para dar um beijo de bom dia, tomar café da manha e um "boa aula, filho". Não damos tanta importância assim quando chegamos um pouco além do horário que prometemos estar em casa e tem alguém nos esperando no sofá com uma cara de bravo. Não damos tanta importância assim porque sabemos que aquilo estará nos esperando a qualquer momento. Mas e quando não sabemos mais?

Então para um pouquinho, pega um café quente, senta de volta ai na cadeira, e pensa. Pensa se não é melhor dar mais importância às coisas rotineiras. Pelo simples motivo de, talvez um dia não as tenhamos mais. Demonstrar mais amor, mais felicidade, sorrir e agradecer todos os dias. Deixar o orgulho, as brigas e intrigas de lado. Se entregar, de verdade.

Hoje uma amiga me mandou um vídeo que mostrava exatamente isso. Mas visto pelo lado de quem já não tinha mais há muito e muito tempo. A volta de soldados, da guerra, para suas famílias. A reação que cada um tinha ao os reencontrar. Pais, mães, filhos, que se arriscaram para conseguir dar suas vidas pelo país e ainda assim terem forças pra cuidar da vida que eles mesmos criaram, em casa. 
Esse vídeo me fez querer dar mais valor a quem eu tenho todos os dias, porque eu não sei até quando vou ter. E se um dia não tiver mais, não quero me arrepender por não ter feito mais por cada um.

São cinco partes, uma mais emocionante que a outra. Só tentem não chorar muito, como eu chorei, ok? hahahaha











Heterofobia - Como seria viver em um mundo ao contrário


        Eu realmente gostaria de dizer que o que eu tenho é orgulho de todos que lutaram, brigaram e sofreram pelo direito de poder ser feliz, no papel, ao lado de alguém que ama, sendo esse alguém do mesmo sexo. Mas o que eu tenho mesmo é vergonha. Vergonha de ter tanto orgulho. Vergonha porque alguém se casar com outro alguém do mesmo sexo deveria ser algo tão natural quanto se apaixonar no metro. Quanto beber um copo de água em um dia de sol escaldante. 

O real motivo das pessoas terem preconceito, seja com o que for, é a falta de conhecimento e compreensão. O diferente costuma assustar. E não culpo a nossa geração de tanto preconceito. Porque se talvez fossemos acostumados desde o início dos tempos que normal são dois homens e/ou duas mulheres juntas, hoje, a aberração seria um casal hetero. Aliás, não consigo entender porque tantas diferenças entre gays e heteros. A começar por essa categoria ridícula. Seres humanos não deveriam ser classificados em rótulos. Nem mesmo sexuais. Ambos estudam, ambos trabalham, pagam as contas, vão à padaria comprar pão e ao mercado comprar arroz e feijão. 

Talvez o primeiro passo para uma futura sociedade mais livre seria parar de esconder e se proteger tanto assim desse assunto, como se ele fosse de outro mundo. Crianças não vão virar homossexuais por saberem que existe amor entre pessoas do mesmo sexo. Alguém que é gay já nasce com isso. Elas escolhem essa vida tanto quanto escolheram ser destras ou canhotas. 
E sobre o que eu disse em relação a nossa sociedade ter preconceito porque estão acostumadas com um padrão de desde o início dos tempos, como seria o mundo se fosse ao contrário? Assisti, ontem, um projeto incentivando as pessoas a entenderem isso um pouquinho melhor. Eu chorei alguns poucos litros e realmente acho que todos deveriam assistir.

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Deem suas opiniões. 



     

2 vlogs pra te ajudar no inglês



        Finalmente 2014 chegou e finalmente eu estou de volta!!! Depois de todas as festas, comemorações, bebedeira e alguns mil quilos a mais, estou pronta pra mais um ano. Um ano de inovações e mudanças. Um ano cheio de novidades, tanto pra mim quanto pra vocês aqui no blog. 
Não vou contar, é claro, mas prometo pra vocês, assim como prometi pra tela em branco do word, que esse ano o blog vai ter muitas surpresas e espero, realmente, que vocês gostem.
Me contem vocês, como passaram de natal e ano novo, pra onde foram, com quem ficaram, se sobreviveram. Se não, tudo bem também.
Então vamos começar com o primeiro post do ano, já falando de uma das metas que eu estabeleci dia trinta e um de dezembro, pra o ano que se seguiria (que é 2014). E essa meta foi me empenhar mais no inglês.


Há dois anos comecei a fazer um curso próprio e tal, mas eu só entrei porque minha mãe me obrigou e depois de alguns meses eu acabei cansando e desleixando. Faltava muito, não entregava as lições. Acabou que eu desisti. 
Mas não sei porque, talvez porque eu tenha percebido que se eu quiser ter algum futuro profissional, eu preciso saber falar inglês, ano passado botei na cabeça que queria voltar pro curso e voltei! 

Vou confessar, no começo eu pensava que só frequentar as aulas, duas vezes por semana, me tornariam fluente, mas nunca estive mais enganada! 
Se eu realmente quiser sair conversando em inglês até com os cachorros da rua (dos Estados Unidos) eu preciso sim pegar algumas horas por semana, sentar e dar uma boa revisada. E como é que eu faço isso? A maioria das dicas eu peguei em alguns vlogs. E de todos, separei dois de duas vlogueiras que eu simplesmente me identifiquei muito, pra mostrar pra vocês. 

O primeiro vídeo é do vlog da Cintia, o Cintia disse. Ela tem vinte e três anos, é professora e se mudou pro Canadá há algum tempo. O que mais fez com que eu gostasse dela foi o jeito como ela interage com quem está assistindo. Ao mesmo tempo que ela é super inteligente e dedicada ela também é super engraçada e divertida. Ela não fala só sobre inglês, caso vocês estejam se perguntando, não é um vlog focado nisso, mas é um dos tópicos que ela mais fala e dá dicas. E além de uteis, são realistas.


Essa aqui de baixo é a Julia do vlog Julia Jolie, ela também se mudou pros EUA há algum tempo e além de nos dar dicas sobre como aprender inglês e tudo mais, ela também fala sobre muitas coisas que os americanos fazem, que os brasileiros não fazem. E achei muito legal essa comparação dos EUA com o Brasil, dos hábitos, linguagem e comportamento e etc. Ela também não fala somente sobre o inglês. 



E vocês, gente, o que acharam dos vlogs? Espero que assistam a todos os videos das duas e deixem aqui nos comentários o que acharam dos seus conselhos e dicas. E comentem também se vocês conhecem algum outro vlog que de dicas desse tipo. 


Mais amor, por favor



        Diz o famoso ditado que gentileza gera gentileza. Não posso deixar de acreditar, afinal, fazer o bem para as pessoas nos trás o bem de volta. Primeiramente pela gratificação e em segundo por colher o que plantamos. 
Hoje, meu queridíssimo amigo Bruno Guia me mandou dois vídes super fofinhos que mostram mais ou menos isso. Pessoas fazendo o bem para outras sem esperar nada em troca. 
O primeiro vídeo, infelizmente, não é real :( mas o intuito dele é mostrar que não é porque o mundo está em um desgaste e em uma poluição emocional tão grande que precisamos nos deixar levar pela influência. 


Que tal deixarem-se influenciar pelo vídeo, então?! 

O segundo vídeo trás, sim, imagens reais, gravadas por pessoas enquanto dirigiam seus carros e, por um acaso, conseguiram capturar imagens lindíssimas de pessoas parando suas vidas para facilitar a de outras pessoas. 


Preciso confessar que "suei um pouco pelos olhos". E vocês?